O que a Bíblia ensina sobre o Pré e o Pós Milênio? Vai acontecer mesmo?

A Paz do Senhor, queridos leitores abençoados. Nesta Exegese Bíblica para o blog Espaço da Sueli, tenho a alegria de repartir com vocês, esse tema Escatológico tão importante de autoria da 1Teóloga Alessandra Gomes Vieira dos Reis, que se encontra no Livro de Apocalipse 20: 6, no Novo Testamento, com suas concordâncias bíblicas, que completam o nosso estudo. Esse é um tema muito importante. Como cristãos nessa jornada espiritual, na realização da vontade de Deus, devemos resistir ao desânimo, olhando para Jesus que é o autor e consumador da nossa fé.

1. Introdução

Esse trabalho exegético é a extração de um texto com um legítimo método de interpretação, que temos como estudo as Escrituras Sagradas.

Os temas pretendidos são: Pré e Pós – Milenismo, e qual a sua veracidade diante da Bíblia? Usamos como principio o livro de Apocalipse capitulo 20 versículo 6 que diz:

“Bem aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressureição, sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo o contrario, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos”.2

1.1 Autoria

O autor do livro de Apocalipse se identifica simplesmente como “João” (1.4), sem qualquer outra denominação a não ser “irmão e companheiro”3 (v.9). Duas posições extremas são tomadas quanto à questão da autoria dos livros Joaninos, a saber: (1) teria havido um único autor desses cincos livros, o qual foi o apóstolo João. (2) Cada um desses livros teria um autor diferente […].                       

Justino Mártir, atribuía o livro de Apocalipse ao apóstolo João. Esse ponto de vista veio a ser largamente aceito na igreja […], entretanto, essa posição era ardosamente debatida […].

A maioria dos eruditos acredita, com base em citações antigas que certo “João” foi quem escreveu. Um individuo que Papias chamou de “João o ancião” que viveu em Éfeso, nos começos do século II  D.C.

João o vidente. Há uma terceira possibilidade, que talvez seja a mais viável que aquelas acima mencionadas, a saber, que um terceiro João esta em foco, o qual foi um “profeta” (vidente), que não foi nem o “ancião” e nem o “apostolo” o fato que João o vidente, conhecia e se utilizou de obras apócrifas e pseudoepígrafes do A.T indica na opinião de alguns eruditos, que ele deve ter sido um João que vivia fora da palestina, pois tais livros eram favorecidos principalmente entre os judeus da dispersão. Nesse caso, ele deve ter vivido relativamente isolado, na comunidade judaica, pois, de outra maneira, o seu grego teria sido melhor.

A conclusão que disso tudo se pode extrair é que esses cinco livros: os evangelho, as três epistolas e o apocalipse foram produzidos pela mesma escola, joanina de Éfeso4

1.2 Data e lugar

É certo, com base no próprio livro, que o Apocalipse foi escrito durante um período de tremenda perseguição contra a igreja, por parte do império romano. No entanto tem sido motivo de disputas qual o imperador romano que governava quando o livro foi escrito.

A data anterior. Alguns estudiosos têm situados a escrita deste livro já nos dias de Nero (54-58 D.C).

A data posterior. A maioria dos eruditos, a despeito das razoes acima expostas, baseando-se no que diz o próprio Apocalipse, apontam para Dominiciano como governante durante o qual tempo foi escrito este livro. Por mas confuso que seja esse quadro, se Dominiciano foi o imperador reinante quando este livro foi escrito, então sua data deve ser situada algum tempo antes de 96 D.C.

Uma data ainda mais posterior. Também tem sugerido o reinado de Trajano (98-117 D.C). Como o tempo em que foi escrito esse livro. Sabemos que Trajano ordenou severa perseguição contra os crentes, pois isso fica claro nos escritos de Plinio, o Moço, governador da Bitinia em cerca de 111-113 D.C. nesse caso ,seria impossível apelarmos para a passagem de Apo.17:10,porque sob hipótese nenhuma Trajano seria o sexto governante.

Domiciano foi chamado de Nero calvo e de “segundo Nero”, por Marcial. A historia mostra a ferocidade de sua perseguição contra os cristãos. As cartas às setes igrejas do Apocalipse confirmam uma data posterior. O culto ao imperador não parece ter sido posto em vigor ate os dias de Dominiciano; e o livro não parece ter sido posto em vigor ate os dias de Domiciano […]. Mas nos seus dias tal culto passou a ser considerado prova de lealdade ao imperador; e por causa disso seguiram-se perseguições intensas contra os cristãos […]5.

A ilha de Patmos esta localizada na extremidade leste do no Mar Egeu e é uma das ilhas que compõe o arquipélago grego do Dodecaneso. Patmos fica por volta de 55 km da costa sudoeste da Turquia (região conhecida como Ásia Menor no tempo dos Apóstolos). […], Patmos era uma ilha prisão utilizada pelos os romanos, e que apresentava ate certo movimento naqueles dias. Alguns defendem que só eram mandados para ilha os prisioneiros mais perigosos, como um tipo de “prisão de segurança máxima”. Outra afirmação comum é que os prisioneiro de Patmos eram submetidos a trabalhos forçados relacionados à característica rochosa da ilha, mas também não há como comprovar isso.

Seja como for sabemos que pessoas eram exiladas em Patmos […], fato comprovado no próprio livro de Apocalipse no capitulo 16.

1.3 Destinatário

O Apocalipse foi dirigido a sete igrejas especificas. Os romanos chamavam a Ásia menor de “província da Ásia”; todas as sete igrejas estavam localizadas nesta região. Os destinatários originais deste livro eram membros dessas igrejas e não cristãos contemporâneos7.

[…] Escreve o que vês em livro e manda as sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia.8

 A Primeira Carta do Apocalipse está dirigida á Congregação que se reunia no porto de Éfeso (cf.at 18.18; 19,41).

Jesus ordena à Igreja de Éfeso que adote uma posição firme contra os falsos apóstolos (v.2,6).

Infelizmente, a Igreja de Éfeso não agiu bem nas áreas de seu comportamento e paixão por Cristo (v.4,5). Seus primeiro anos foram caracterizados por milagres e por um grande crescimento (At 19.11-20), mas dessa época em diante ela havia “descido” desse nível (Ap 2.5). Ainda Faziam Sacrifícios pelo reino de Deus e trabalhavam diligentemente (v.3), mas seu fervor já não era o mesmo (v.4). A Igreja estava condenada – a não ser que se arrependesse e voltasse às primeiras obras que haviam-na tomado tão grande (v.5).

Ao contrario de Éfeso a igreja de Esmirna não é mencionada em qualquer outro livro do novo testamento e isso é um pouco estranho, pois a antiga Esmirna era famosa por sua beleza (Hemer 59-60)9. Jesus elogia sua espiritualidade diante das calunias e da pobreza. Ele previne os cristãos de que a perseguição aumentara por algum tempo, mas os encoraja a não temerem e a permanecerem fieis (V.10).

A igreja de Esmirna era, sob muitos aspectos, o oposto da congregação de Laodiceia. Embora fossem pobres, em termos materiais, esses cristãos gozavam de grande riqueza espiritual (Ap 2.9) ao contrario de Laodiceia onde os bens materiais haviam cegado os cristãos em relação a sua pobreza espiritual (3.14-17).

A igreja em Pérgamo existia, literalmente, a sombra do culto imperial. Provavelmente a importância politica e religiosa de Pérgamo seja suficiente para explicar a enigmática descrição da cidade como sendo o lugar onde esta “o trono de satanás”.

A carta continua a recomendar a igreja de Pérgamo que permaneça fiel, apesar de sua exposição aos riscos. Entretanto alguns membros da congregação continuam a participar de atividades idolatras e imorais devem se arrepender (2.16), caso contrario, aquele que tem a espada de dois fios também lutara contra eles (V.12,16).

A cidade de Tiatira estava localizada a aproximadamente sessenta quilômetros a nordeste de Pérgamo. A carta faz elogios à igreja de Tiatira por suas atitudes, ações e ardente paixão por Cristo (2.19), mas reprova suas tolerâncias à para como os falsos ensinos. As bênçãos para os vencedores de Tiatira contem requisitos adicionais sobre o que deveriam ter feitos, como “guardar ate ao fim” as obra de Deus (V.24).

A cidade de Sardes havia tido um longo e glorioso passado. O problema aqui não e doutrinário; não existe qualquer menção aos falsos mestres e seus ensinos. Ao contrario, o problema é a obediência (v.3). Conhecem a verdade, mas aparentemente foram seduzidos pela complacência, pelo conforto e pela prosperidade que os cercava. Somete alguns poucos membros dessa congregação trajavam vestes brancas, que simbolizam os atos justos.

Aproximadamente 48 quilômetros a sudoeste de Sardes situava-se a cidade de Filadélfia. A carta à igreja de Filadélfia elogia os crentes por suas obras (3.8) e por sua paciência (v.10) a despeito de sua fraqueza (v.8). Além de suportar as mesmas provações econômicas que o resto da população da cidade, a igreja sofria também o ônus dos ataques da sinagoga judaica local (v.9).porem ,sua fidelidade durante esse períodos era logo recompensada :Deus lhe concedera uma proteção especial por ocasião das tribulações que enviara aos habitantes da terra. 

A sétima e ultima carta é dirigida a igreja em Laodiceia. Provavelmente mais do que as outras cartas, a de Laodiceia esta permeada de referências à cultura local da cidade. Ao contrario, de seu famoso suprimento de agua quente e fria, os atos dos laodicenses são apenas “mornos” (3.16). Algumas dessas águas estavam saturadas de minerais sendo, portanto, intragáveis; assim também Jesus considera indigesta a mediocridade de sua fé. As riquezas materiais os haviam cegado, trazendo pobreza espiritual (v.17).10

 1.4 Ocasião e Objetivos

A literatura apocalíptica tem a característica de tentar “saltar por cima” das crises presentes a fim de dirigir a mente dos fieis para um futuro sobre os inimigos, com o estabelecimento da retidão. Em meio à morte e a destruição, os discípulos de Cristo esperavam o breve cumprimento das promessas referentes à “parousia”. Este livro, pois infunde “esperança” aos crentes que sofriam ,relembrando-os sobre o “mundo eterno” que eventualmente seria estabelecido, ao passo que os reinos humanos, caracterizados pela a cobiça e o poder, seriam reduzidos a nada.

Domiciano decretou o culto ao imperador de um modo que seus predecessores nunca tinham feito. Promoveu ele a sua “divindade” através dos holocaustos públicos. A historia confirma a violência de Domiciano ao por em vigor todos os aspectos do “culto ao imperador”.

Os livros de I Clemente, escritos de Roma, e Hebreus, escrito a cristãos romanos, evidenciam claramente as tremendas perseguições dessa época da historia.

O proposito imediato da composição desse livro foi de contrabalançar o temor e o desespero que, naturalmente, tomou conta da igreja crista, o que talvez conduziu alguns a apostasia.

O autor sagrado assegura a seus leitores que sem importar quão negra fosse a noite, o Dia estava próximo, o qual também os vingaria das perseguições que experimentavam ,porquanto o direito seria universalmente estabelecido, ao qual pregavam e no qual criam11.

1.5 Linguagem e estilo

A estrutura do apocalipse é extremamente complicada. Em uma única obra, seu ator teceu uma obra composta por quatro importantes elementos:

O Estilo Epistolar. O primeiro estilo dessa literatura é epistolar. Isso as cartas às sete igrejas da Ásia menor. Referem-se a situações especificas e contemporâneas, o autor e ao(s) leitor (es),sem a confusão cronológica apocalíptica. Além disso, o apocalipse uma introdução (1.1-9) e uma conclusão (22.6-21).

A Descrição dos Rituais. O segundo estilo de literatura encontrado no Apocalipse é o mais comum e aquele que confere ao livro seu caráter distinto, representado pelas as varias descrições de rituais e suas interpretações.

A narrativa alegórica. A forma como o autor tece essa alegoria, através das varias descrições dos rituais, nos ajuda a interpretar o livro e a identificar a data de sua elaboração.

As interjeições do autor: essas interjeições interrompem varias cenas e enfatizam certos pontos. Deste modo, servem como pontos de exclamação literários12.

1.6 Canonicidade do livro

A igreja ocidental desde logo creu que o livro de apocalipse devia ser incluído entre os livros canônicos do novo testamento, ele era publicamente lido nas igrejas.  Mas a igreja oriental parecia ser relutante em adotar a mesma a posição, e não concordou com a canonicidade do Apocalipse ate o século IV. Pelos meados do século III, o bispo de Alexandria aceitou o livro como canônico. Foi omitido na versão da vulgata siríaca. O terceiro Concilio de Cartago (397) aceitou o livro como canônico, e todo o volume aparece nos manuscritos primitivos, no Códex Alexandrino. Lutero errou grandemente em colocar o livro de Apocalipse junto às epístolas de Tiago, Judas e Hebreus, em um apêndice. Há séculos a igreja protestante universal e as igrejas oriental e ocidental concordaram que é uma obra canônic13a.

 1.7 Divisão do Livro

    I.   Introdução

    II.  Saudação

    III. Origem do apocalipse (1:9-20; coisas que formam).

    IV. Cartas às sete igrejas (caps.2-3; coisas que são).

         1. Éfeso (2:1-7)

         2. Esmirna (2;8-11)

         3. Pérgamo (2:12-17)

         4. Tiatira (2:18-29)

         5. Sardes (3:1-6)

         6. Filadélfia (3:7-13)

         7. Laodiceia (3:14-22)

   V.   Visão introdutória dos selos (4:1-22:21; coisas que hão de acontecer)

         1. Visão do trono de Deus (4:1-11)

         2. Visão do livro e do cordeiro (5:1-14)

   VI.  Visão dos sete selos (6:1-8:6)

   VI.  Visão dos sete selos (6:1-8:6)

  1. Primeiro: o cavalo branco (6:1, 2)
  2. Segundo: o cavalo vermelho (6:3, 4)
  3. Terceiro: o cavalo preto (6:5, 6)
  4. Quarto: o cavalo amarelo (6:7; 8)
  5. Quinto: Lamento dos mártires (6:9-11)
  6. Sexto: tremendos juízos (6:12-17)
  7. Parênteses (7:1-17); a. Selagem dos mártires (7:1-17); b. Os mártires glorificados (7:9-17)
  8. Sétimo: surgimento das sete trombetas (8:7-11:19)

  VII.  Julgamentos das sete trombetas (8:7-11:19)  

  1. Primeira: saraiva e fogo (8:7)
  2. Segunda: montanha em fogo (8:8, 9)
  3. Terceira: a estrela de fogo (8:10;11)
  4. Quarta: enegrecem sol, lua e estrelas (8:12)
  5. Parênteses: advertência da águia (8:13)
  6. Quinta: terríveis gafanhotos (9:1-12)
  7. Sexta: os cavaleiros (9:13-21)
  8. Parênteses (10:1-11:14)
  1. O rolo doce-amargo (10:1-11)
  2. As duas testemunhas (11:1-14)        
  3. Sétima: Cristo em breve reinará (11:15-19)

 VIII.  Visões dos sete Personagens (12:1-13:18)  

         1.   A mulher (12:1, 2)

         2.   Satanás (12:3, 4)

         3.   A criança (12:5, 6)

         4.   Miguel, o arcanjo (12:7-16)

        5.   A descendência da mulher (12:17)

         6.   A besta saída do mar (13:1-10)

         7.   A besta saída da terra (13:11-18)

IX.    Sete visões dos adoradores do cordeiro e da Besta (14:1-20)

  1.  Os mártires do cordeiro (14:1-5) 
  2. Ordem angelical de adoração (14:6, 7)
  3. Condenação de Babilônia, centro da anti-adoração (14:8)
  4. Condenação dos adoradores da besta (14:9-12)
  5. Bem-aventurança dos mártires (14:13)
  6. Armagedom, a colheita (14:14-16)
  7. A vinha no largar de Deus (14:17-20)

X.      Julgamentos das Sete taças (15:1-16:21)

         1.   Preparativos celestiais (cap.15)

         2.   Primeira taça: praga das feridas (16:1, 2)

         3.   Segunda taça: mar transformado em sangue (16:3)

         4.   Terceira taça: Rios e fontes transformados em sangue (16:4-7)

         5.   Quarta parte: calor escaldante (16:8, 9)

         6.   Quinta taça: trevas (16:10,11)

         7.   Sexta taça: preparação para o Armagedon (16:12-16)

         8.   Sétima taça: Juízo proferido contra Babilônia (16:17-21)

XI.     Sete Visões da Queda da Babilônia

         1.   Babilônia, a prostituta (17:1-6a)

         2.   Natureza da prostituta e da besta (17:6b-18)

          3.   Condenação proferida (18:1-3)

          4.   Grande lamento pela a queda da Babilônia (18:4-20)

          5.   Lamento final sobre a cidade (18:21-24)

          6.   Hino de louvor a Deus, por ter sido destruída Babilônia (19:1-5)

          7.   Anuncio do casamento do cordeiro (19:6-10)      

XII.   Sete Visões da queda de Satanás e Fim de seu Reinado (19:11-21:8)

  1. Cristo vencera: a parousia marca o fim do juízo de Satanás (19:11-16)
  2. Cristo vira e esmagara ao anticristo (19:17-21) 
  3. Satanás e amarrado por mil anos (20:1-3)
  4. O milênio (20:4-6)
  5. A revolta de Gogue e Magogue (20:7-10)
  6. Desaparecimento dos céus e da terra – juízo final (20:11-15)
  7. A nova criação e a era eterna (21:1-8)       

XIII.   Jerusalém Celestial, Capital da Nova Criação (21:9-22:5) 

  1. Seu aparecimento (21:9-14)
  2. Suas medidas (21:15-17)
  3. Sua composição (21:18-21)
  4. Sua glória (21:22-27)
  5. O novo jardim do Éden (22:1-5) 

XIV.   Epilogo: Cristo voltara em breve. Preparai-vos (22:6-21)14 

Paráfrase do Texto Exegetado (NTLH)

“⁶ Felizes e abençoadas as pessoas que forem incluídas nessa primeira ressurreição, pois a segunda morte não tem poder sobre elas! Serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele durante os mil anos.15Ap. 20: 6

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Nós precisamos

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REFERÊNCIAS:

<https:pinterest.com/pin/6333255721537114/> 31 de jan. 2024

  1. REIS, Alessandra Gomes Vieira Dos, Teóloga, autora da Exegese Pré e Pós Milênio ↩︎
  2. BÍBLIA. Português. A Bíblia Sagrada: Fonte de Bênçãos. 2. ed. Versão revista e Atualizada. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2012.p.1265. ↩︎
  3. ARRINGTON, L. French; STROSTRAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal. In: JENNEY, Timothy. Apocalipse. 4. ed.Cpad,2009.p.1013. ↩︎
  4.  CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia, Vol.6. Agnos, 2002.p.353-355. ↩︎
  5.  CHAMPLIN, R.N.2002.p.356-357. ↩︎
  6. CONEGERO, Daniel. A Ilha de Patmos. Disponível em www.estiloadoração.com acesso em 01 set. 2016. ↩︎
  7. JENNEY, op.cit.p.1030. ↩︎
  8. ALMEIDA, João Ferreira. 2012.p.1248. ↩︎
  9. (JENNEY, 2009 apud HEMMER, p.59-60). ↩︎
  10. JENNY, op.cit.p.1041-1052. ↩︎
  11. CHAMPLIN, R.N.2002.p.357-358. ↩︎
  12. JENNEY, op.cit.p.1023-1024. ↩︎
  13. PFEIFFER, Charles F; HARRISON, Everett. Comentário Bíblico Moody: Romanos a Apocalipse, Vol.5, Batista Regular, 2000.p.411. ↩︎
  14. CHAMPLIN, R.N.2002.p.361-362. ↩︎
  15. <https://www.bibliaonline.com.br/ntlh/ap/20> 31 de jan. 2024; 20;51 ↩︎

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