
A Paz do Senhor, amados leitores! Gosto de aprender sobre Israel! Desta vez, o tema A Política De Israel, que também faz parte da Teologia! Então, me acompanhe e não saia antes de ler todo o conteúdo, porque A política de Israel é marcada por uma complexa dinâmica interna e externa, envolvendo questões de segurança, diplomacia e os direitos humanos. Desde o reconhecimento de Israel como Estado, em 1948, o país tem lidado com conflitos regionais e disputas territoriais, especialmente com os palestinos e seus vizinhos árabes. Atualmente, Israel enfrenta desafios contínuos, incluindo tensões com grupos militantes em Gaza, questões sobre os assentamentos na Cisjordânia e a busca por uma solução para a questão palestina. Ao mesmo tempo, o país mantém alianças estratégicas com potências como os Estados Unidos, além de buscar estreitar laços com outros países árabes por meio dos Acordos de Abraão. A política israelense é também profundamente influenciada por sua diversidade interna, com um espectro político variado, desde partidos mais conservadores até forças progressistas, o que reflete a complexidade de sua sociedade.
O Que É Acordos de Abraão?
Acordos de Abraão é o mesmo que “Tratado de Paz Abraão: Tratado de Paz, Relações Diplomáticas e Normalização Total entre os Emirados Árabes Unidos e o Estado de Israel“, é um acordo de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos , assinado dia 15 de Setembro de 2020. Os Acordos de Abraham foram assinados pelo ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al-Zayani, e pelo ministro das Relações Exteriores dos Emirados, Abdullah bin Zayed Al-Nahyan, vis-à-vis o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tendo o então presidente americano, Donald Trump como testemunha. Eles foram negociados pelo genro e conselheiro sênior de Trump, Jared Kushner, e pelo assistente de Kushner, Avi Berkowitz.[5].O nome dos Acordos de Abraão está enraizado na crença comum das religiões abraâmicas – particularmente o judaísmo, o cristianismo e o islamismo – a respeito do papel de Abraão como patriarca espiritual.[8][9]
Os escritores Bárbara e David, apresentam um texto de SINGER, 2021, que declara o seguinte: “Os entendimentos entre as partes consistem, afinal de contas, em um consenso alcançado na esfera política e que conclama as partes a prezarem pela paz e pela cooperação no âmbito do Oriente Médio (SINGER, 2021)”. Os escritores ainda relatam o texto de SINGER, 2021, “Apesar da nomenclatura usada para intitular os documentos supracitados, é preciso ter em mente que as partes envolvidas nunca estiveram em guerra entre si e que Israel, por sua vez, também nunca considerou tais Estados, em termos, legais, como sendo inimigos”. Segundo Bárbara e David “qualquer tipo de tratativa, os Estados signatários dos supracitados acordos esperavam obter vantagens políticas em suas esferas domésticas”.
Israel, EUA E O Acordo de Abraão
Com interesses políticos envolvidos no Acordo de Abraão, por um lado, Israel, representado pelo seu 1º Ministro Benjamin Netanyahu, assinou o Acordo de Abraão, objetivando aumentar a sua popularidade, para se reeleger e abafar os escândalos envolvendo o seu governo, Além disso, os acordos expandem globalmente a sua imagem política nos quatro continentes, e aumentam o seu apoio diplomático”.
Por outro lado, “o fato de Donald Trump, ter sido o mediador dos referidos acordos o fez ser aclamado como um possível nome a ser indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz, sobretudo ao tentar desarmar a questão da anexação dos territórios palestinos por parte de Israel. Ademais, esperava-se que os Acordos dessem uma vitória política antecipada das eleições, mas, na prática, os Acordos não o levaram a lugar nenhum”. Segundo Bárbara e David, citam REHAMN, 2020.
Mudanças Recentes na Política de Israel
Recentemente, Israel tem implementado mudanças significativas em sua política interna e externa. O governo israelense, apoiado pelo plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está preparando o exército para evacuar a população da Faixa de Gaza, descrevendo-a como uma “saída voluntária”. Após a evacuação, a região ficaria sob controle dos Estados Unidos, com planos para sua futura reconstrução. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, mencionou países como Espanha, Irlanda e Noruega como destinos para os deslocados, criticando sua oposição às ações militares israelenses. No entanto, a Espanha rejeitou a ideia, afirmando que Gaza deve ser parte de um futuro Estado palestino. Essa proposta gerou críticas internacionais e levantou preocupações sobre a viabilidade e as implicações legais de tal deslocamento forçado. (elpais.com)
Além disso, Israel anunciou sua saída do Conselho de Direitos Humanos da ONU, seguindo o exemplo dos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, justificou a saída acusando o Conselho de “demonizar obsessivamente” Israel e de proteger violadores de direitos humanos. Essa decisão reflete uma postura mais assertiva de Israel em relação às críticas internacionais sobre suas políticas e ações. (huffingtonpost.es)
Estrutura Política de Israel
Israel é uma democracia parlamentar republicana baseada no sufrágio universal e na representação proporcional. O sistema de governo é composto por três ramos principais:
- Executivo: O presidente, atualmente Isaac Herzog, é o chefe de Estado, com funções principalmente cerimoniais. O primeiro-ministro, atualmente Benjamin Netanyahu, é o chefe de governo e exerce o poder executivo. pt.wikipedia.org
- Legislativo: O Knesset é o parlamento unicameral composto por 120 membros eleitos para mandatos de quatro anos. As eleições são realizadas por meio de representação proporcional, permitindo a diversidade de partidos políticos. pt.wikipedia.org
- Judiciário: A Suprema Corte de Israel é o tribunal mais alto, responsável por interpretar as leis e garantir a conformidade com a legislação.pt.wikipedia.org
Desafios Atuais
Israel enfrenta desafios contínuos em sua política interna e externa. As tensões com grupos militantes em Gaza, questões sobre os assentamentos na Cisjordânia e a busca por uma solução para a questão palestina permanecem como questões centrais. Além disso, a recente decisão de se retirar do Conselho de Direitos Humanos da ONU e a proposta de evacuação de Gaza indicam uma postura mais assertiva de Israel em relação às críticas internacionais.
Essas mudanças refletem a complexidade da política israelense e sua interação com o cenário internacional. A busca por segurança, justiça e reconhecimento internacional continua a ser um equilíbrio delicado para o país.
É como Norbert Lieth destaca: “O poder mundial é limitado pela impotência humana. A onipotência é ilimitada em virtude da autoridade divina. Ou como a Bíblia diz: “¹⁰O Senhor desfaz o conselho dos gentios, quebranta os intentos dos povos.¹¹O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração de geração em geração.
¹²Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senho a r, e o povo ao qual escolheu para sua herança. Sl 33:10-12
“Enquanto o poder humano pode ser restrito por nossas próprias limitações e fraquezas, a Onipotência Divina transcende essas restrições, fundamentada na Autoridade Suprema e Transcendente. ( Norbert Lieth)
Há mais de quinze anos, Norbert, descreveu sobre o momento de insegurança vivida pelas as nações, em todas as áreas. Todos concordam que precisam de soluções para as crises econômicas, ambientais e outras situações, mas sem resultados satisfatórios.
A situação de insegurança faz com que as pessoas se sintam perturbadas emocionalmente, e porque não dizer, fisicamente, também, provocando o aumento a procura de médicos e de psicoterapias, porque não sabem “o que está acontecendo de verdade.
Israel e Palestinos e George W. Busch
A impotência humana moldaram o mundo de maneiras profundas e significativas. Um exemplo notável é a relação entre Israel, os palestinos e o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Durante seu mandato, Bush desempenhou um papel crucial na promoção dos esforços de paz no conflito israelense e palestino, buscando uma solução de dois Estados. Sua administração foi marcada por iniciativas como a “Rota para a Paz”, que visava a criação de um estado palestino ao lado de Israel. No entanto, apesar desses esforços, o conflito persistiu, refletindo a complexidade e a profundidade das divisões na região. Esses eventos causam impacto duradouro no cenário global atual.
Quanto a todos os acontecimentos citados, o apóstolo Paulo escreve aos tessalonicenses, alertando-os para a volta de Cristo, porque embora as pessoas possam estar buscando paz e segurança, haverá um período de grande tribulação antes da volta de Cristo, que ocorrerá de forma repentina e surpreendente, sem possibilidade de escapar para aqueles que não estão preparados espiritualmente., diz o seguinte:
“Pois, quando disserem: ‘Paz e segurança’, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão.” 1 Ts 5:3, ARC
Segundo Norbert, os esforços humanos, não tem como resolver a situação da insegurança mundial, e relata um comentário da revista alemã que “Stern revela esse desamparo diante das grandes questões da humanidade: No Ocidente, hoje mais do que há algumas décadas, vê-se com mais clareza que a política e a ciência estão sendo exigidas além de suas capacidades no esforço de se criar um mundo justo”.
Norbert aponta o sofrimento e as decepções de Israel por confiarem nos homens e na política mundial. Israel existe, por causa das promessas feita por Deus, para Abraão, Isaque e Jacó, e o penhor dessas promessas estão registrada na Sua Palavra. Mas, Israel, estará seguro mesmo, quando voltar seus corações ao Messias, Jesus!
A segurança Incomparável em Deus
¹⁸ Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele”? Is. 40: 18
Em meio às complexidades e desafios enfrentados por Israel, uma verdade perdura: a segurança de Israel reside em Deus. Como um povo eleito, Israel carrega um destino singular, como povo escolhido de Deus. Em cada passo de sua história, a mão protetora de Deus tem sido evidente, guiando e preservando sua nação escolhida. Assim, enquanto buscam medidas práticas de segurança, os corações de Israel permanecem ancorados na fé inabalável de que sua verdadeira proteção vem do Altíssimo.”
⁵ As ilhas o viram e temeram; os confins da terra tremeram, aproximaram-se e vieram.⁶ Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse: Esforça-te! Is 41:5,6
⁸ Mas tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi, semente de Abraão, meu amigo,
⁹ tu, a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o meu servo, a ti te escolhi e não te rejeitei;
¹⁰ não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Is 41:8-10
É notável a “amizade” de Deus com Israel, pelo que Israel não precisa temer, porque sua segurança vem do Senhor dos exércitos!
Norbert, elenca seis razões, do porquê “os remanescentes crentes de Israel não precisará temer”: Não há razões melhores.
1: “Eu Sou contigo”; 2: “Eu Sou o teu Deus”; 3: “Eu te fortaleço; 4: “e te ajudo”; 5: “e te sustento”; 6: “com a minha destra fiel”. “Essas razões são concretizadas pelo Messias de Israel, o Senhor Jesus Cristo”.
O Senhor Jesus Cristo, trouxe justiça através de Sua morte e ressurreição, e Nele existe a garantia eterna da segurança de Israel.
Norbert, nos aconselha tomar posse dessa promessa em nossas vidas.
Ainda o escritor, diz que as nações que perseguem a Israel sim, tem o que temer, como registra o profeta Isaías : “
“¹¹ Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti; tornar-se-ão nada; e os que contenderem contigo perecerão.
¹² Buscá-los-ás, mas não os acharás; e os que pelejarem contigo tornar-se-ão nada, e como coisa que não é nada, os que guerrearem contigo.
¹³ Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.
¹⁴ Não temas, ó bichinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel.” Is 41:11-13
De acordo com Norbert, os países que desejam por fim, aniquilar Israel da face da terra, continuarão sofrendo, sendo resolvido somente no Juízo Final.
“O deserto florido e a existência das cidades israelenses, são as provas de que Deus atua nos dias de hoje e atuará no futuro”
A Palavra de Deus é fiel, e Ele vela para cumpri-la. “¹² porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir”. Jr 1:12b
Por isso podemos confiar nas palavras proféticas de Isaías, em um dos seus capítulos, que diz: “
⁹ Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim;
¹⁰ que anuncio o fim desde o princípio e, desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade;
¹¹ que chamo a ave de rapina desde o Oriente e o homem do meu conselho, desde terras remotas; porque assim o disse, e assim acontecerá; eu o determinei e também o farei.
¹² Ouvi-me, ó duros de coração, vós que estais longe da justiça.
¹³ Faço chegar a minha justiça, e não estará ao longe, e a minha salvação não, ¹³ tardará; mas estabelecerei em Sião a salvação e em Israel, a minha glória”. Is 46:13
Conclusão
Podemos reforçar o poder e a transcendência da autoridade divina sobre todas as coisas. A frase “A onipotência é ilimitada em virtude da autoridade divina” nos leva a refletir sobre a natureza suprema e transcendente de Deus, cujo poder não conhece limites. Independentemente dos desafios que enfrentamos ou das incertezas que encontramos, podemos encontrar consolo e segurança na compreensão de que a autoridade divina está acima de todas as circunstâncias. É essa fé na soberania de Deus que nos capacita a enfrentar as adversidades com coragem e esperança, sabendo que estamos sustentados por um poder maior do que nós mesmos. Assim, ao reconhecermos a ilimitada onipotência divina, encontramos não apenas uma conclusão, mas também um ponto de partida para uma jornada espiritual de confiança e entrega nas mãos daquele que reina supremo sobre toda a criação.
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E não esqueça que o Espírito Santo está sempre à porta do teu coração, batendo incansavelmente para que você receba Jesus como seu Único e Suficiente Salvador!
Aqui, primeiramente a inspiração é proveniente do Espírito Santo!
Fonte:
Bíblia online ARC
ACORDOS-DE-ABRAAO.pdf (Bárbara Thaís Pinheiro Silva1
David Neder Issa Fortuna2, Os Acordos de Abraão, Implicações Regionais e Internacionais, jul de 2021)

