Hosanas! Bendito é o Rei de Israel! Jesus o Senhor!

A Paz do Senhor Jesus, queridos amigos e irmãos! É muito importante, falar sobre o sacrifício da Morte do Senhor Jesus, mas com maior alegria, crer que Ele ressuscitou e está à direita do Pai sendo adorado por anjos, arcanjos e querubins! Esta é a verdade transformadora da ressurreição, que nos enche de esperança e renovação em cada novo dia. JESUS VIVE, JESUS RESSUSCITOU! “Tomaram ramos de palmeiras, e saíram lhe ao encontro, e clamavam: Hosanas! Bendito é o Rei de Israel que vem em nome do Senhor”. É importante destacar que, no Novo Testamento, a ressurreição de Jesus Cristo é considerada a “primícia” da ressurreição dos mortos (1 Co 15:20). ”

Quando começou o sacrifício de Jesus?

O irmão Diego Nascimento, declara que a morte de Jesus na cruz, é Sua grande prova de amor para com a humanidade.

E narra a ordem, de como começou o sofrimento do Senhor:

1-A forma brutal de tortura dos soldados romanos antes de colocar Jesus na cruz
2-Como foi instituída a crucificação e porquê
3-Por que crucificaram Jesus e não é Barrabás?
4-O passo a passo da condenação
5-O sofrimento de Jesus na cruz
6-As sete declarações de Jesus antes da sua morte
7-O véu do templo e a morte de Jesus
Um criminoso, assassino, ladrão, sedioso. Barrabás é um resumo da humanidade pecadora que a pedido da multidão foi solto.
Diego relata que Pilatos jamais achou que o povo ia preferir Barrabás a Jesus já que ele era um maldoso, mas o povo judeu preferiu crucificar a Jesus
Diego ainda descreve que Barrabás representa cada um de nós. Pecadores, maus, mesquinhos. Nós merecemos a morte mas o Filho de Deus assumiu a condenação.

O chicote feito de tiras de couro, trazia na ponta pedaço de ferro, chumbo ou osso. A intenção era dilacerar o corpo de Jesus, fazendo agonizar de dor. Como se não bastasse tudo o que fizeram, convocaram mais de 500 homens para zombar e humilhá-lo.

“27 E logo os soldados do presidente, conduzindo Jesus à audiência, reuniram junto dele toda a coorte. 28 E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate; 29 E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus. (Mt 27: 27-29)

Debochando com gargalhadas e grito, misturado as ações, fincaram em seu crânio, uma coroa de espinhos longos, gritavam “salve rei dos reis”.

Como era costumes dos romanos se beijarem no rosto, se cumprimentando, humilhando, cuspiram no rosto do Meigo Jesus.

Pilatos não acreditando que a multidão gritava para que soltassem a Barrabás, um criminoso, e vai outra vez dizer aos judeus, que não via em Jesus crime algum.
Pilatos, pois, tomou então a Jesus, e o açoitou. E os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram sobre a cabeça, e lhe vestiram roupa de púrpura. E diziam: Salve, Rei dos Judeus. E davam-lhe bofetadas. Saiu, pois, Jesus e fora levando a coroa de espinhos e roupa de púrpura. E disse-lhes Pilatos: Eis aqui o homem. Vendo-o, pois, os principais dos sacerdotes e os servos, clamaram, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai-o; porque eu nenhum crime acho nele. Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. Jo 19: 1-7

Sofrimento de Jesus – Cumpriu a profecia de Isaías

Com todo sofrimento que Jesus passou, cumpriu a profecia do profeta: “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarado. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido”. Is 53: 5,7,8

Crucificação de Jesus

Jesus é vestido e conduzido para fora da cidade, e no caminho do gólgota, a via dolorosa, levando a pesada cruz, enquanto era chicoteado. O império romano era extremamente cruel com seus condenados, lembra Diego. A crucificação era morte por tortura, a intenção não era apenas matar, mas fazer sofrer antes da morte.
Diego continua, como soldados romanos nunca ajudariam a Jesus carregar a cruz, então os soldados chamaram Simão, o Cirineu para ajudá-lo. “32 E, quando saíam, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem constrangeram a levar a sua cruz. Mt 27 32.

A humanidade de Cristo, mostra que ele não utilizou nenhum artifício sobrenatural para suportar mais dor. O Mestre já havia sofrido no jardim do Getsêmane, onde suou gotas de sangue. “44 E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão”. Lc. 22:44

Jesus seguia pelo caminho ao Gólgota, palavra originária do latim, também chamado Caveira, porque o monte tinha forma de um crânio, segundo Diego.
34 Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber“. Mt 27 34. Diego relata , os romanos ofereciam o vinagre para aliviar o sofrimento da morte. Mas Jesus recusou completamente a bebida. Não aceitou qualquer tipo de entorpecimento. Estava pronto para beber o cálice que o Pai lhe havia dado.

Jesus na cruz – Tipo de Cruz

Havia três tipos de Cruz: A cruz em X de Santo André; a cruz de Santo Antônio com forma de T, e a cruz latina com o formato mais popular do mundo, a Cruz que o Senhor Jesus foi crucificado, que segundo a história é a figura abaixo.


Diego descreve com detalhes, a crucificação. Fizeram com Nosso Senhor, a mesma forma que fizeram com os piores criminosos. Os pulso ou metacarpo eram cravados, primeira a mão direita e depois a mão esquerda, com o corpo do condenado no chão; o corpo: apoiado amarrado ao patyibulum; pés fixado no poste, juntos ou separados, um palmo acima do chão de forma que os joelhos permanecesse inclinado.

O sofrimento de Jesus na cruz

Sede;

Exposição aos elementos do tempo como o sol e calor causticantes;

Paralisação da circulação sanguínea;

Dores intensas;

Artérias da cabeça e estômago cheio de sangue;

Febre traumática; tétano; perda continua de sangue;

Morte lenta e dolorosa, com duração de 36 horas a 9 dias.
Para apressar a morte dos crucificados, os soldados humano despedaçavam suas pernas com um porrete pesado o martelo .A cruz era símbolo da maldição e vergonha.
Por isso Paulo diz que Cristo se fez maldito por nós GL 3:13. “13Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro“. Essa era a morte reservada para os piores infratores da época. Constantino, a aboliu em 300 d.C.
A inscrição na cruz varia de evangelho para evangelho, como em Mt 27: 38 está escrito “Este é Jesus o Rei dos Judeus”; em Mc 15:26, está escrito “O Rei dos Judeus”; em Lc 23:38, está escrito “Este é o Rei dos Judeus e Jo 19:9 está escrito “Jesus Nazareno o Rei dos Judeus”
A inscrição da cruz foi escrito em três idiomas hebraico, Latim e grego. Jo 19: 19-20.

“Oficialmente Jesus foi crucificado por traição a Roma. Os romanos jamais o teriam crucificado por motivo de blasfêmia religiosa. A acusação contra Jesus foi alta traição.
Objetivo era dar as autoridades judaica como advertência: “Isto é o que os romanos farão a qualquer que se levante como rei dos judeus”.
Jesus deixou bem claro que o seu reino não é desse mundo e Ele não era seu objetivo disputar poder ou espaço com os homens. Jo 18: 36


Crucificação: Jesus na cruz entre dois ladrões

Os criminosos que estavam ali crucificados com Jesus mereciam estar ali, Jesus não. E um dos criminosos condenado reconheceu que Jesus não tinha pecado e nem cometido crime algum, mas ele sim. “

39 E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. 40 Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? 41 E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. 42 E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. 43 E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

E ainda ser crucificado entre dois criminosos, significava que Jesus era pior do que os três criminosos, por isso o povo lhe dirigia ofensas e zombava. Mt 27-39. O sumo sacerdote, os soldados, e a multidão zombaram do Senhor enquanto ele agonizava na cruz.
O Gólgota ficava em caminho acessível ao movimentos de pessoas e quando viam os crucificados meneavam com a cabeça, como sinal de reprovação dirigindo insultos e xingamentos aos crucificados.
O fato de Jesus ter suportado toda essa zombaria em silêncio prova que nele não havia treva alguma 1ª Jo 1: 5
Mt 27: 41-44
A zombaria era generalizada. Todos escarneciam, dizendo que o Senhor havia salvado tanta gente e não conseguia salvar a si próprio e o mandavam ao descer da Cruz, dizendo se Ele conseguisse descer da cruz, creriam Nele. Jesus respondendo, disse que o Pai mandaria milhares de anjos, se assim Ele desejasse. Ele sabia que ressuscitaria de ser da Cruz dessa altura seria um desperdício já que havia suportado coisas horríveis


Crucificação: O pôr do sol

Até a natureza manifesta sua tristeza. O mundo escureceu. A luz do mundo estava prestes a ser apagada e seus servo, o sol, recolhe também a sua luz não podia brilhar enquanto seu mestre padecia. Mt 27: 45-46. Jesus é o Príncipe da Criação. CL 1: 17. Quando Jesus expirou a natureza. sentiu.
Assim como quando Jesus nasceu uma grande luz brilhou Lucas 2:19 agora quando ele está desfalecendo a natureza desfalece em reverência ao ser maestro.
Ao final de 3 horas em trevas, Jesus clama em aramaico: “meu Deus, meu Deus, porque o Senhor me abandonou?” Essa é o resumo do sofrimento de Jesus.

Delírio?

Ao ouvir as palavras do Messias clamando por Deus seu Pai, não o compreendem, acha que ele está delirando. Mt 27: 47-49. Algo não incomum devido a sede, a perda de sangue, dor, febre, era normal que o real começasse a dizer coisas sem sentido.

Nesse momento em que o senhor Jesus clamava pelo Pai, Ele estava separado de Deus por causa do pecado da humanidade que agora estava tudo sobre ele ponto está longe do seu pai foi a sua maior dor.
Os soldados achando que ele estava delirando no momento que clamou ao pai não entenderam nada e alguém e supor uma esponja com vinho azedo e mais uma vez tentar tentou dar a Jesus o condenado mas ele rejeitou.

Crucificação dois. A morte de Jesus na Cruz

Jesus permaneceu apenas 6 horas da Cruz, das 9 horas da manhã até às 3:00 da tarde. O soldado perfurou o seu lado com a lança de onde saiu a água afirmando que o senhor Jesus realmente já havia morrido
Diego elenca às 7 palavras de Jesus na cruz:
1-A oração de Jesus pedindo perdão para seus inimigos. Proferida provavelmente quando a crucificação estava no começo abram parentes e Lucas 23 34)

2-A promessa ao assaltante arrependido Lucas 23:42;

3-Confia sua mãe aos cuidados de João João 19:26-27
4-Quando confiou sua mãe aos cuidados de João foi mais uma prova de que o Senhor Jesus na cruz , demonstração preocupação pelos outros, algo que demonstra grandeza do seu amor. pouco antes da sua morte, ouve-se o clamor a procura do pai Marcos 15:34 Mateus 2746
5 O grito de angústia física João 19:28;

6-O grito da vitória João 19 38;

7-O grito de resignação Lucas 23:46 as quatro últimas declarações dizem respeito a ele mesmo ponto a sua separação de Deus, sua dor, seu triunfo pontos sua entrega.

O véu do templo

O véu dividia o lugar Santo dos Santos, onde o sacerdote se apresentava no dia da expiação Levítico 16 de 1 a 30. Esse véu era extremamente resistente, tinha a espessura de uma mão e eram os tecidos de 72 dobras torcida cada ,dobra feita com 22 fios sua altura era de 18 m, e 9 m de largura somente uma força extraordinária para rasga-lo de alto abaixo, e isso aconteceu de forma sobrenatural após a morte de Jesus. Mt 27:51. Conclui Diego.

O Pr Olney, lembra em Isaías 53.10: “Contudo, foi da vontade do Senhor esmaga-lo e fazê-lo sofrer”. O sofrimento de Jesus começou no Getsêmani, terminando com a Sua morte no Gólgota, na cruz do Calvário.

Deus O Eterno, predisse que, depois de tanto sofrimento, Jesus Cristo ficaria feliz e satisfeito pelos resultados de Seu sacrifício por nós, pecadores. Ressuscitado triunfantemente, como primogênito dentre os mortos, Cristo recebeu um lugar de honra. Seu nome é sobre todos os nomes. Diante d’Ele, todos os joelhos se dobrarão “e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai!” (Filipenses 2.11)”, conclui o Pr Olney.

Como filhos e filhas do Deus Altíssimo, sabemos que a ressurreição de Jesus Cristo é a pedra angular da nossa fé. É a promessa da vida eterna, a vitória sobre o pecado e a morte, e a garantia do amor incondicional de nosso Pai Celestial. É por meio da ressurreição que encontramos consolo em tempos de adversidade, força em tempos de fraqueza e alegria em tempos de tristeza.

Senhor Jesus vive?

Norbert Lieth, relatou sobre dois ateus, membros de um clube ateísta, que logicamente, não criam que o Senhor Jesus havia ressuscitado. E Lord Litleton e Gilbert West, os ditos ateus, precisavam de provas concretas, para provar o contrário, coerentes e íntegros que eram, não tiveram alternativas, a não ser renderem-se ao Senhor ressuscitado! Glórias a Deus! Mas, já naqueles tempos, quando o Senhor Jesus ressuscitou, houve quem não acreditou que Ele ressuscitou, como dissera; Mt 16:21: “²¹ Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia“.

E os sacerdotes, não creram no que os vigias contaram , e subornaram os guardas do sepulcro para dizer que o Senhor Jesus não ressuscitou. Como diz a Bíblia: “¹⁵ E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje”. Mt 28:4, 11-15

“⁴ E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos…
¹¹ E, quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido.
¹² E, congregados eles com os anciãos, e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados,
¹³ Dizendo: Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram.
¹⁴ E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança.
¹⁵ E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje”. Mt 28:4, 11-15

Não existe outro caminho que nos conduza a Salvação, a não ser no Senhor Jesus! Paz? também não tem em outro lugar a não ser só no Senhor Jesus! Perdão? Não, não há outro que perdoa pecados. Só o Senhor Jesus! Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida!

Jo 14:6 descreve, “Um dia todos os homens ouvirão a voz do Filho de Deus, ressuscitarão e terão que comparecer diante do Juiz. Aqueles que já crerem agora em Sua Palavra, ressuscitarão para a vida eterna, e não se perderão, porque o Senhor Jesus morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação”, como escreveu Paulo aos Rm 4:25 “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação”

Conclusão

A Páscoa é uma celebração cristã que tem uma profunda e significativa conexão com o sacrifício de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus. É um momento de reflexão sobre a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, que são eventos fundamentais na fé cristã.

O termo “Páscoa” tem suas raízes na tradição judaica, marcando a libertação do povo de Israel da escravidão no Egito, conforme descrito no Antigo Testamento. Para os cristãos, a Páscoa é celebrada como a Ressurreição de Jesus Cristo, que é considerado o cumprimento das profecias do Antigo Testamento e a confirmação da promessa de Deus para a Salvação da humanidade.

O sacrifício do Senhor Jesus na Cruz é frequentemente comparado ao Cordeiro Pascal sacrificado no Antigo Testamento, que simbolizava a expiação dos pecados do povo. A Crucificação de Jesus é vista como o sacrifício definitivo e perfeito, que remove o poder do pecado e da morte sobre a humanidade, oferecendo reconciliação com Deus e a promessa da vida eterna.

Portanto, a Páscoa cristã não se trata apenas de coelhinhos e ovos de chocolate, mas sim de um momento de profunda reflexão sobre o amor redentor de Deus manifestado através do sacrifício de Jesus Cristo. É uma celebração da esperança, renovação espiritual e a promessa da vida eterna para todos aqueles que creem.

Que em cada palavra escrita, em cada pensamento compartilhado e em cada oração elevada, em cada lágrima derramada e com coração cheio de arrependimento, possamos glorificar o nome do Senhor Jesus e proclamar Sua ressurreição até os confins da terra. Com amor e gratidão em Cristo!

Fontes

https://www.bibliaonline.com.br/acf/ex/11

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